Consulado da Índia
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O Cônsul A. H da Índia em Minas Gerais , Sr. Élson de Barros Gomes Jr. e a Presidente da Índia Sra. Pratibha Patil em Brasília.


O Cônsul A. H da Índia em Minas Gerais, Sr. Elson de Barros Gomes Jr., Sr. Martins da Marco Pólo e o Ministro de Desenvolvimento Industria e Comercio Exterior Sr. Miguel Jorge em visita a fabrica da Marco Pólo – Tata Motors em Luknow.

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  • Centros de Comércio Índia x América Latina


    The Financial Express: 02 setembro 2009.

    Chennai: Para capitalizar a calmaria no acordo entre Estados Unidos e países da América Latina, o ministro do comércio propôs aumentar de quatro para cinco o número de centros comerciais em alguns poucos países da América Latina em bases permanentes. Assim a finalidade consiste em criar uma sensibilização em investidores e pessoas de negócios, semelhante com produtos indianos, tecnologias, fabricações e capacidades R&D, aparte de promover relações bilaterais entre Índia e corporações da América Latina de uma grande forma, disse Suchismita Palai, diretor do departamento de comércio e ministro do comércio.

    Suchismita Palai, as margens do seminário de sinergias na terça, disse que “ Estamos trabalhando com embaixadores indianos para criamos centros comercias em lugares como São Paulo, San Diego, Buenos Aires ,Porto da Espanha entre outros lugares. Nós também pedimos as embaixadas para identificarem lugares para acomodarmos estes centros e dessa forma ajudar as corporações indianas a mostrarem seus produtos e capacidade R&D e ainda aumentar as exportações para países latino americanos.”

    O governo também planeja estabelecer serviços de ajuda,chamadas de “help desk” além da Índia.A exemplo de Bangalore e Hyderabad que disponizabilizam para o país importantes informações nos países da América Latina, incluindo estudos de melhores áreas para investimentos, potencial da população local, oportunidades de exportação entre outros desafios além de ajuda a promoção de negócios entre as nações. Tais “help desk” funcionariam como call centres com o objetivo de providenciarem todos os tipos de informações a respeito da América Latina”, acrescentou Suchismita.

    Um portal separado seria criado em seguida para prover detalhes precisos sobre cada um dos países da América Latina para assim, beneficiar tanto os exportadores como os importadores. ”O portal seria atualizado freqüentemente nos lugares escolhidos dos países da América Latina. O portal também serviria como catalisador para fazer com que os negócios realmente ocorram.”, disse ainda.

    Alguns dos setores que podem dispor de seus próprios produtos e capacidades nesses centros comerciais incluem engenharia leve, auxiliares próprios, joalherias e têxteis. “Existe um senso de urgência no nosso departamento. O ministro já programou para focar nos países da América Latina. Nós programamos um alvo interno para aguçarmos o acordo com os países latino- americanos e estamos trabalhando com diversas câmaras, associações, acordos com órgãos e partes interessadas nesta realização. “

    http://www.ibef.org/artdisplay.aspx?tdy=1&art_id=23812&cat_id=60&utm_source=newsalert&utm_medium=email&utm_campaign=http://www.ibef.org

  • Primeiro Wall Mart da India gera entusiasmo ao invés de Protesto


    Washington Post Foreign Service: 13 julho 2009.

    Empreendimento chega com limites para proteger comerciantes.

    AMIRTSAR, India-Os amplos e limpos corredores do primeiro Wall Mart indiano, não são nada parecidos com os assombrosos do shopping usual Kavita Gopal. Não há as bicicletas rickshaws passando por você, ninguém discutindo sobre preços dos ovos e muito menos vizinhos gritando de suas janelas a pedindo favores para as compras.

    “É tão relaxante e claro aqui. È como um dia prazeroso de viagem.”, disse Gopal, uma dona de casa de 22 anos, que desgastava seu sari mostarda colorido enquanto empurrava um carrinho gigante pelo ar condicionado da grande loja.

    Para consumidores iguais à Gopal, a chegada do maior supermercado varejista do mundo trouxe mais elogios do que protestos. Nas últimas semanas, multidões incharam a loja localizada na Grande Trunk Road, a antiga e lendária rota comercial esticada até o Paquistão.

    Todos desejam vislumbar este armazém-loja, o qual é nitidamente organizado com todo o seu volume de pacotes sucos de fruta, televisões de tela plana, e enorme quantidade de doces Indianos. Embora o Wall Mart tenha sido algumas vezes objeto de controvérsias nos Estados Unidos, a loja aqui, Melhor Preço em um Moderno Atacado, um empreendimento conjunto com o grupo India Bharti, tem levado a empolgação e admiração das pessoas.

    “Em Punjabi, temos uma expressão: Quando tem um novo casamento, todo mundose aglomera pra ver a nova noiva.”, disse Kamal Gambhir, um atacadista cujos escritórios congestionados estão localizados no mais velho bazar da cidade. “Eu próprio voltei de uma viagem e ouço crianças perguntando, ‘ Onde está o novo Wall Mart? ’. Eu disse a eles que está na nossa estrada mais histórica.”

    O Wall Mart também está localizado no meio da utter mayhem. Em um dia recente, comerciantes de melões e de água gelada, manobraram seus carrinhos raquíticos através de uma próxima máquina de trânsito; um carrinho de sorvete também competia por espaço e um homem de boné escovava seus dentes na calçada, ao lado da avenida principal.

    A Grand Trunk Road dessa forma, ainda se assemelha àquela Grand Trunk Road descrita por Rudyard Kipling a mais de um século atrás: “ um rio de vida que não existe em mais nenhum lugar do mundo.”

    Para proteger os pequenos comerciantes, o governo Indiano ordenou que o Wall Mart vendesse exclusivamente para atacadistas, assim como para donos de negócios e suas famílias e amigos, uma jogada que facilitou as tensões entre as associações de comerciantes e partidos políticos de esquerda. Pessoas donos de negócios, estão permitidas conceder este privilégio para até 3 amigos ou familiares, e assim, várias outras pessoas estão clamando para pegar emprestado os cartões de membros do Wall Mart, com o intuito de se beneficiarem dos preços baixos.

    Mesmo assim, é pouco provável que o Wall Mart bata os “wallahs” , ou camaradas, que exercem inúmeras funções e possuem seus próprios produtos manufaturados. Afinal de contas, especialistas dizem que apenas 3% do mercado de varejo Indiano, é organizado domesticamente.

    Enquanto isso, o governo Indiano desconfiado de estar perturbando os wallahs e facções políticas, tem sido cuidadoso para limitar investimentos estrangeiros em uma única marca varejista. A sueca IKEA, maior varejista de mobílias do mundo, cancelou recentemente um plano de investimento de 1 bilhão de dólares devido a restrições, segundo informações de repórteres da mídia Indiana.

    O Wall Mart também tem estado atento à sensibilidades locais. A empresa salienta que mais de 90% de suas prateleiras esta estocada com os produtos favoritos dos Indianos, assim como nomes agregados a produtos de casa como Amul, uma manteiga e leiteira de qualidade.

    Isso não equivale a dizer que todos têm dado as boas vindas ao Wall Mart. A coligação de Investimentos Estrangeiros Diretos na India, união de advogados, ambientalistas, grupos sem fins lucrativos, e acadêmicos, têm afirmado que a companhia irá eventualmente prejudicar lojistas, mesmo a loja não estando aberta a todo o público.

    http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/07/12/AR2009071202176.html

  • Palestra apontará Oportunidades de Negócios com a Índia


    FIEPB: 11 setembro 2009.

    Órgãos governamentais, consultores, empresários, estudantes, entre outras instituições e profissionais da Paraíba, terão a oportunidade de participar no próximo dia 24, do I Ciclo de Seminários Oportunidades e Negócios com a Índia.

    O evento, cujo objetivo é promover a ampliação do fluxo comercial entre o Brasil e a Índia, acontecerá no Teatro Armando Monteiro Neto, SESI/Centro de João Pessoa. O vice-presidente da Câmara Brasil Índia, Leonardo Ananda, será o expositor do evento apresentando a palestra “Oportunidades de Negócios com a Índia”.

    http://fiepb.com.br/noticias/2009/09/11/palestra_apontara_oportunidades_de_negocios_com_a_india

  • Oportunidades de negócios com a Índia


    Jornal Norte: 25 setembro 2009.

    Com o estreitamento das relações políticas entre Brasil e Índia, aliado à necessidade de suprir o mercado consumidor do país asiático, surge um cenário oportuno para as usinas paraibanas. As indústrias e os produtores de gêneros alimentícios processados, assim como o setor calçadista da região também aparecem como fortes cadidatos a "abocanhar" uma considerável fatia desse bolo. A análise é do vice-presidente da Câmara Índia-Brasil, Leonardo Ananda, que ministrou ontem palestra sobre o assunto, em João Pessoa, para motivar e capacitar os empresários para se tornarem competitivas no mercado globalizado.

    http://www.jornalonorte.com.br/2009/09/25/economia1_0.php


  • Revista Cliente Vip: fevereiro 2009.




  • Por que os brasileiros estão fascinados pela Índia


    Revista Época: 27 fevereiro 2009.

    O Brasil descobriu a Índia. Na novela, no cinema, na moda, multiplicam-se as evidências de que o Brasil, assim como o resto do mundo, encantou-se com esse país que combina uma das mais antigas civilizações do planeta a uma das sete maiores economias do mundo. Na semana passada, o longa-metragem indiano Quem quer ser um milionário? ganhou oito estatuetas do Oscar. Rodado em Mumbai, maior metrópole do país, o filme teve um orçamento de US$ 18 milhões e a bilheteria mundial já atingiu US$ 100 milhões. Ele conta a história de um garoto que sai da favela e torna-se um astro da televisão para poder casar-se com a moça que ama. É uma fábula do Terceiro Mundo com final feliz. O filme estreou na semana passada no Brasil, engrossando a onda indiana criada pela novela Caminho das Índias, da Rede Globo.

    Assim como o filme, a novela tem no centro da trama o amor romântico. Desta vez, em torno de um triângulo: a filha de uma família tradicional hindu é prometida a um jovem da mesma casta de comerciantes. Mas ela vive um amor proibido por outro jovem, de uma casta inferior. Seu noivo também não está feliz com o arranjo. Em viagem ao Brasil, ele se apaixonou por uma jovem carioca, que não consegue compreender por que os dois não podem ficar juntos.

    http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI62320-15227-1,00-POR+QUE+OS+BRASILEIROS+ESTAO+FASCINADOS+PELA+INDIA.html

  • Revista Star: janeiro 2009.




  • Índia: Que país é esse?


    Revista Viver Brasil: janeiro 2009.

    Dizem que ninguém volta o mesmo depois de conhecer a Índia. Não é difícil entender o porquê.

    Desvendar os mistérios desse gigantesco mosaico é mesmo fascinante. O segundo país mais populoso do mundo é uma miscelânea de cores, sabores, culturas e religiões.

    A convivência harmônica de mais de um bilhão de pessoas de valores muitas vezes antagônicos é, no mínimo, intrigante. Os contrastes estão presentes por todos os lados.

    Detentores de uma das economias que mais cresce no mundo, os indianos conseguem manter intactas tradições milenares.

    Empresas de tecnologia de ponta se desenvolvem a pleno vapor no mesmo país que ainda preserva costumes tribais.

    A desigualdade e a pobreza ainda são grandes, mas, curiosamente, as taxas de violência não acompanham na mesma velocidade.

    E foram os contrastes e riqueza cultural que levaram a dramaturga Glória Perez a escrever a novela Caminho das Índias no horário nobre da Re­de Globo. A trama pretende descortinar aspectos como o sistema de castas, o dote pago pelo casamento, rituais religiosos, entre outros.

    Assuntos polêmicos e de difícil compreensão para o mundo ocidental devem acalorar as discussões. Buscando entender algumas das ambiguidades desse país, a Viver Brasil preparou uma reportagem especial.

    Nela, você poderá conhecer um pouco da história, cultura, economia e tantos outros assuntos que fazem da Índia um país místico, excêntrico, singular.

    http://revistaviverbrasil.com.br/secao_reportagem.php

  • Família Ananda - Novela da Rede Globo Caminho das Índias


    O Tempo: janeiro 2009.

    Consultor da Rede Globo para a novela "Caminho das Índias", que estréia amanhã na faixa das 20h, o cônsul da Índia em Belo Horizonte, Élson de Barros, acompanhado da esposa Rosiane Bougleux e das filhas Hannah, Sarah e Carolina, e do filho Leonardo Ananda, proprietário do restaurante indiano Maharaj, na capital mineira, participaram da festa de lançamento do folhetim, dia 10, no Rio de Janeiro.

    Além de ajudar a produção nos entraves burocráticos e dar conselhos sobre cultura e costumes indianos, o cônsul chegou a viajar com a equipe da emissora para o país asiático. Uma curiosidade: na novela, um dos principais núcleos gira em torno do clã Ananda, o mesmo sobrenome da família do diplomata em Belo
    Horizonte.

    http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1176&IdColunaEdicao=7589


  • "Slumdog millionaire" é eleito melhor filme do Globo de Ouro


    Redação Terra: 12 de janeiro 2009.

    Grande surpresa da 66ª edição do Globo de Ouro, Slumdog millionaire foi eleito o melhor filme de drama da premiação e saiu como um dos grandes vencedores da noite em Beverly Hills.

    Dirigido por Danny Boyle (Trainspotting), o filme independente competia com O Curioso Caso de Benjamin Button, Frost/Nixon, The Reader e Foi Apenas um Sonho.

    Além de ser eleito o melhor filme de drama, o longa-metragem saiu com mais três prêmios desta edição de Globo de Ouro: melhor roteiro (Simon Beaufoy), melhor trilha sonora original (A.R.Rahman) e melhor diretor (Danny Boyle).

    O filme é uma produção conjunta entre Inglaterra e Índia e conta a história de um garoto que concorre no programa Who Wants to be a Millionaire? (no Brasil adaptado por Silvio Santos como Show do Milhão) e, de tanto acertar, é preso e torturado por suspeitas de trapaça.

    Slumdog millionaire conta com um elenco desconhecido e, após a vitória do Globo de Ouro, deverá ser olhado com outros olhos na lista dos indicados para o Oscar, que será divulgada no dia 22 de janeiro.

    http://cinema.terra.com.br/globodeouro/2009/interna/0,,OI3441483-EI12540,00.html

  • India's First Wal-Mart Draws Excitement, Not Protest


    Venture Comes With Limits That Protect Merchants.

    Washington Post Foreign Service
    Monday, July 13, 2009.

    AMRITSAR, India -- The wide, clean aisles of India's first Wal-Mart are nothing like Kavita Gopal's usual shopping haunts. There are no bicycle rickshaws careering past her as she buys sacks of rice, no humor-filled haggling over the price of an egg and no demanding neighbors yelling down from their windows for shopping favors.

    http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/07/12/AR2009071202176.html

  • India's First Wal-Mart Draws Excitement, Not Protest


    Venture Comes With Limits That Protect Merchants.

    Washington Post Foreign Service
    Monday, July 13, 2009.

    AMRITSAR, India -- The wide, clean aisles of India's first Wal-Mart are nothing like Kavita Gopal's usual shopping haunts. There are no bicycle rickshaws careering past her as she buys sacks of rice, no humor-filled haggling over the price of an egg and no demanding neighbors yelling down from their windows for shopping favors.

    http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/07/12/AR2009071202176.html

  • Economia indiana lidera lista de otimismo


    The Economic Times: 07 de janeiro 2009.

    Chennai: A Índia lidera a lista de otimismo entre as empresas privadas para 2009. O otimismo entre as empresas privadas (privately held businesses - PHBs) ao redor do mundo caíram 56% nos últimos 12 meses, levando o barômetro internacional de otimismo/pessimismo da Grant Thornton a um balanço negativo recorde de -16% comparado aos +40% do ano passado.

    Apesar do grande pessimismo, a pesquisa mostra que as empresas privadas de 11 países permaneceram otimistas com relação às perspectivas para suas economias, com a Índia liderando o grupo (+83%), e Botswana (+81%) e o Brasil (+50%) surgindo no topo. O Japão (-85%) e a Espanha (-65%) foram os mais pessimistas.

    É a primeira vez que os pessimistas ultrapassaram os otimistas com relação às suas economias desde que as pesquisas começaram em 2003. O Relatório de Negócios Internacionais desse ano, que entrevistou executivos seniors de mais de 7,000 empresas privadas em 36 países também mostra um consenso esmagador que a queda da demanda dos consumidores é a maior ameaça às empresas privadas.

    Nota-se também algumas diferenças surpreendentes nas atitudes com relação à crise econômica entre as economias desenvolvidas e as emergentes. Dos quatro países que tem o maior volume de comércio, as empresas privadas nos EUA e na China, que juntas possuem 32% do PIB mundial, mediram seu otimismo em -34% nos EUA e +30% na China continental.

    Igualmente, Japão e Índia (que juntos contribuem com mais de 11% do PIB global) mediram seu otimismo em -85% e +83% respectivamente.

    “Esses resultados polarizados sugerem que, apesar do desaceleração recente, ainda há lugares com esperança no mercado global para as empresas privadas”, explicou Vishesh Chandiok da Grant Thornton India.

    “A macro-visão das empresas privadas do estado da economia mundial explica o declínio geral do otimismo, porém ainda há sinais de otimismo em algumas economias e ainda sinais claros que as empresas privadas, enquanto preparando-se para o declínio, também estão buscando alavancar oportunidades que essa situação pode trazer,” completou o Sr. Chandiok.

    Quando foram requisitados para identificar os fatores mais significantes que eles se preocupam com relação a seus negócios, os empresários privados de 33 de 36 economias citaram a queda na demanda dos consumidores, enquanto citaram o enxugamento do credito como uma segunda preocupação.

    www.ibef.org/artdisplay.aspx?tdy=1&art_id=21325&cat_id=60


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