Consulado da Índia
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Sr. Rewant Ruía e Sr. Ravi Ruía, Diretor e Vice Presidente do Grupo Essar ao lado do Cônsul A. H da Índia, Sr.Élson de Barros Gomes Jr., e do Diretor Vice Presidente da Câmara de Comércio Índia Brasil, Sr. Leonardo Ananda Gomes


Visita a Gráfica do Jornal O Tempo. Gráfica importada da Índia (MANUGRAPH)

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A economia indiana é atualmente uma das maiores do mundo (4° economia em poder de paridade compra) e oferece um mercado promissor para vasta gama de produtos. Com um PIB de US$ 1.099 trilhões, e um crescimento de 9.2% do mesmo (est. 2007) a Índia vem se consolidando como uma das principais economias em crescimento no mundo.

Durante os primeiros 40 anos após a independência (1947), a economia indiana norteou-se com base em princípios socialistas, procurando desenvolver uma forte base industrial, a fim de prover empregos e auto-suficiência. Em meados da década de oitenta, no entanto, o Governo adotou uma nova abordagem, atenuando as restrições à iniciativa privada.

Em 1991, na esteira de crise no balanço de pagamentos, que culminou com a redução das reservas internacionais para montante próximo a US$ 1 bilhão (equivalente a duas semanas de importação), as autoridades econômicas iniciaram a implementação de um programa de liberalização de maior alcance.

Nesse quadro, reformas contínuas têm contribuído em muito para reverter quatro décadas de protecionismo. Desde 1991, a produção e o emprego mostram bom desempenho, a primeira com taxa de crescimento de 8.9% e o segundo em torno dos 7,2% (2007). Juntamente com esses números, mudanças de longo alcance na agricultura, na indústria, no setor financeiro, nos mercados de capitais e na estrutura tributária foram introduzidas. O setor externo da economia apresenta desempenho compatível com o quadro macroeconômico.


Nos anos que se seguiram à independência, o Governo indiano não atribuiu prioridade ao comércio exterior, visto que o mercado interno era muito amplo. Nos últimos anos, porém, a Índia tem vivenciado um notável crescimento das exportações, estimulado por contínuas reformas econômicas, as quais simplificaram os procedimentos comerciais, removeram as barreiras e eliminaram os subsídios de exportação, a fim de tornar os produtos indianos mais competitivos. Existe também o fator da redução das interferências do poder publico em áreas como a indústria pesada, bancos, telecomunicações, geração e distribuição de energia, portos e estradas. Entre os anos de 2000-01 as exportações cresceram 26.4%, enquanto as importações cresceram somente 5.6%. As exportações indianas envolvem em torno de 7500 commodities para quase 200 países. As importações vêm de mais de 140 países com mais de 6500 tipos de produtos. A Índia hoje exporta cerca de US$150.8 bilhões f.o.b. (2007 est.) e importa US$230.2 bilhões f.o.b. (2007 est.)

A participação da Índia nas exportações mundiais é ainda bastante discreta, em torno de 0,8%. Os Emirados Árabes e os EUA, juntos, absorvem mais de 25% das exportações da Índia e a China, os EUA e a Alemanha são responsáveis por cerca de 20% das importações indianas.


Apesar desse processo de intensa liberalização, a Índia não é considerada uma economia totalmente aberta. Alguns setores ainda têm intervenções como, por exemplo, o setor de bens de consumo que teve a importação facilitada. Ainda hoje, muitos produtos permanecem como monopólio do Estado. Entretanto, existem perspectivas para o comércio de matérias-primas, insumos industriais e bens de capital, especialmente aqueles utilizados nas áreas onde há incentivos para as exportações indianas, como por exemplo: tecidos e artigos de vestuário, calçados e produtos de couro, etc.

Mesmo com grande desenvolvimento, crescimento e investimentos a economia Indiana ainda enfrenta desafios. Com o grande crescimento vivenciado, a inflação passa a preocupar. Outro grande desafio são as desigualdades ainda muito presentes na Índia. Ainda hoje, 27% da população Indiana vive abaixo da linha de pobreza e é através do desenvolvimento econômico que o governo pretende mudar esses números e continuar o desenvolvimento do país mais igualitariamente.

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